GOLDRATT, E. M.; COX, J. A Meta: um processo de melhoria contínua. 2ª Edição. São Paulo: Nobel, 2003.

 Escrita em forma de romance, esta obra trata dos princípios de funcionamento de uma indústria, questionando o porquê de ela funcionar de determinada forma e como seria possível solucionar os problemas de empresas que estão com atrasos na produção e baixa receita. Com resultados alcançados na prática, o processo de melhoria contínua desenvolvido por Goldratt pode ser aplicado em outras organizações, como bancos, hospitais, seguradoras, e até no ambiente familiar. Nova edição revista e trazendo o texto 'Minha Saga', a história da vida de Eliyahu M.  Goldratt.

 

 SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3ª Edição. São Paulo: Atlas, 2009.

 Este livro fornece um caminho lógico nas atividades de administração da produção e um entendimento do contexto estratégico em que os gerentes de produção trabalham. Está estruturado em torno do modelo de programação, planejamento e controle, mas sem isolar as atividades de planejamento das de controle. As possibilidades de melhoria de produção são apresentadas separadamente para refletir a responsabilidade dos gerentes de produção quanto à melhoria contínua do desempenho de suas operações. A produção de serviços é tratada com o mesmo nível de profundidade da produção de bens. E utilizado como referência em diversas Universidades e Faculdades Públicas e Privadas. 

 

 WOMACK, J.; JONES, D.; ROOS, D. A máquina que mudou o mundo. 11ª Edição. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

 Este livro baseia-se no maior e mais detalhado estudo já empreendido em qualquer indústria, a saber, o International Motor Vehicle Program (Programa Internacional de Veículos Automotores), estudo da indústria automobilística mundial do Massachusetts Institute of Technology, orçado em cinco milhões de dólares, com a duração de cinco anos, abrangendo 14 países. Com esta obra, os leitores saberão - De que maneira os japoneses conseguiram passar a frente do resto do mundo na guerra da indústria automobilística. De que maneira a não-implementação da produção enxuta vem destruindo a supremacia dos fabricantes europeus e norte-americanos de automóveis. Como empresas modernas no Ocidente estão começando a adotar a produção enxuta e o que as indústrias em toda parte precisam aprender sobre a produção enxuta para terem sucesso.

 

 TUBINO, D. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2007

 Como é comum dentro da administração, a função de planejamento, programação e o controle da Produção (PCP) apresentou uma dinâmica forte de renovação, onde muitos conceitos incipientes na década de 80 se consolidaram, alguns promissores sumiram por deficiência em sua prática e outros tantos novos surgiram e precisam ser equacionados dentro de um modelo consistente de PCP. Este livro apresenta um modelo de PCP com as funções de planejamento estratégico da produção (longo prazo), planejamento-mestre da produção (médio prazo) e programação e acompanhamento da produção (curto prazo) revistas e atualizadas. Além disso, neste livro é dado um passo no sentido de unir os atuais conceitos de Manufatura Enxuta (lean) com os de PCP. Outro ponto nesta obra é a introdução de jogos computacionais como ferramenta de apoio didático para o ensino das funções do PCP, de forma que os conceitos de PCP aqui apresentados seus exemplos ilustrativos, possam ser praticados dentro de uma série de jogos (LSSP_PCP) desenvolvida em banco de dados Access com programação em Visual Basic. Para este módulo sugere-se a leitura de toda obra. 

 

 GIANESI, Irineu G. N.; CORREA, Henrique L. Just In Time, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 1996.

 Este livro focaliza a descrição e a análise, tanto em seus sistemas operacionais como estratégicos, de três sistemas de administração da produção - Just in time, MRP II e OPT (Teoria das Restrições). Os autores abordam as estratégias de manufatura para a competitividade e exploram os diferentes objetivos que podem ser perseguidos para enfrentar os desafios contemporâneos e futuros. Analisam o Just in time, o MRP II e o OPT, apontando vantagens e limitações de cada um deles. Discutem ainda as possíveis interações entre os sistemas analisados e alguns aspectos relevantes quanto a implementação dos sistemas de administração da produção estudados.

 

 WOMACK, J.; JONES, D. T. A mentalidade enxuta nas empresas Lean Thinking. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

 É neste livro que dois dos autores do best-seller "A Máquina que Mudou o Mundo" apresentam os princípios fundamentais da Mentalidade Enxuta (Lean Thinking). Com base em detalhada pesquisa realizada junto a cinqüenta empresas do mundo inteiro que transcenderam as práticas gerenciais e organizacionais tradicionais, os autores sugerem uma nova abordagem sobre a organização empresarial e a estratégia competitiva. A edição em português traz um apêndice especial escrito por José Roberto Ferro: "O Brasil na Rota da Mentalidade Enxuta".

 

 OHNO, T. O Sistema Toyota de Produção: além da produção em larga escala. Porto Alegre: Bookman, 1997.

 Taiichi Ohno é considerado o "pai" do Sistema Toyota de Produção. Este livro, escrito por ele e publicado em 1988, traz as inovações que caracterizam o Sistema dentro do contexto histórico em que foram surgindo e sendo implementadas. Trata-se de uma referência fundamental, em que Ohno mostra quais eram os problemas da produção em massa na indústria automobilística e como a Toyota veio a superá-los.

 

 ROTHER, M.; SHOOK, J. Aprendendo a enxergar. São Paulo: Lean Institute Brasil.

 O Mapeamento do Fluxo de Valor tem sido um aliado fundamental das empresas que adotaram o conceito "lean" e que procuram a melhoria contínua, bem como para as que estão planejando a sua implementação. Através da escolha de uma família de produtos, você aprenderá a mapear o fluxo de materiais e informações e a definir o Estado Atual (identificar a situação real atual), o Estado Futuro (como deveria funcionar, a partir da eliminação dos desperdícios) e o Plano de Ação (o que deve ser feito para se atingir o Estado Futuro).

 

 CAMPOS, V. Falconi. O Verdadeiro Poder - Práticas de Gestão que Conduzem a Resultados Revolucionários. São Paulo: EDG, 2009.

 O livro relata, por meio de cases e exemplos onde o autor esteve diretamente envolvido, todas as questões importantes para que uma empresa ou projeto possa se desenvolver e crescer. O texto esclarece, com grande didática, quais são os pontos de sucesso que estão por trás do crescimento saudável e do saneamento de grandes empresas e instituições governamentais. Em outras palavras, Vicente Falconi revela o que está por trás dos resultados alcançados em empresas como Gerdau, Inbev, Sadia, e em governos como o do Estado de Minas Gerais. 

 

 CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento da Rotina do trabalho do Dia-a-Dia. 8ª Ed. São Paulo: EDG, 2002.

 O objetivo deste livro é prover um Roteiro de fácil entendimento para que cada gestor possa melhorar o seu gerenciamento. Para tanto, são aplicadas algumas técnicas modernas de comunicação, como o uso intenso de diagramas, da itemização e das palavras-chave. O livro, de fácil leitura, é aplicável às mais diferentes áreas da administração, produção, serviços ou manutenção e tem sido, certamente, um fator de impulsionamento do Movimento da Qualidade no Brasil.

 

 CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento pelas Diretrizes (Hoshin Kanri). 4ª. Ed. São Paulo: INDG, 2004.

 O Gerenciamento pelas Diretrizes representa o lado motivante, agressivo e revolucionário da GQT - Gestão pela Qualidade Total no estilo japonês. É um sub sistema da GQT voltado para a competição e engloba não só o melhoramento dos produtos e processos existentes, mas principalmente a inovação, representada pelas novas tecnologias. O conhecimento humano é o seu combustível e é aqui que a Alta Administração vai perceber a necessidade de uma nova política de recursos humanos para o terceiro milênio.

 

 SHINGO, Shigeo. O sistema Toyota de Produção: do ponto de vista da engenharia de produção. Porto Alegre: Bookman, 1996.

 São tratados os aspectos conceituais básicos para a construção de sistemas produtivos aos moldes do Sistema Toyota de Produção. O autor sugere tais sistemas sejam projetados a partir da rede de processos e operações fundamentais e que as melhorias estejam sempre orientadas a prover maior eficácia sistêmica a tal rede. Shingo propõe uma guerra duradoura objetivando descobrir, analisar e eliminar as perdas nas fábricas. Discute as técnicas fundamentais como a troca rápida de ferramentas, a inspeção na fonte, a análise e engenharia de valor e o sistema puxado por kanbans.